Atualizações via Facebook

 

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Pessoal, hoje eu passo rapidinho só para avisar os desavisados que eu criei uma página no Facebook para divulgar as atualizações do blog.

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Pensei em ter lá um espaço de conversas e debates, em que fosse mais rápido para responder vocês também.

Bem, convite feito. Passe por lá, curta e fique por dentro das atualizações do blog.

No próximo post vou falar um pouco sobre como marcar a consulta com o médico para o visto. Há uns poréns que eu particularmente aprendi fazendo…

Até mais!

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Chegou o pedido de exames médicos!

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Ontem à noite, enquanto eu trabalhava em um artigo, meu companheiro chegou em casa e me perguntou se eu tinha visto meu email. Como eu estava super compenetrada no que fazia, fiquei  umas três horas sem ver minha caixa. Abri imediatamente e lá o encontrei – o pedido de exames médicos chegou!

Confesso que foi uma grande grande surpresa! Seis dias úteis depois que a gente encaminhou o pedido de visto já recebemos a solicitação de exames! Realmente, a gente não esperava que fosse tão rápido, ainda mais com a previsão de 50 a 60 dias úteis (para o processo todo) que foi passada para a gente.

Tanto a gente não contava com isso que só vai dar para fazer os exames na segunda semana de maio. Meu marido viaja a trabalho amanhã e fica 10 dias na estrada, impossibilitando a gente de fazer os testes antes. Se acontecer algo parecido com você, não se preocupe. No pedido de exames, eles colocam um prazo de 30 dias após o recebimento do mesmo para fazer os procedimentos.

Uma coisa muito importante de destacar é que os exames são feitos apenas por médicos e clínicas cadastradas no site do consulado. No nosso caso, a mais próxima é em Curitiba. Por tal, precisamos nos programar para uma viagem até lá para realizar os procedimentos.

Pelo o que eu li e pelo o que já me falaram, o recebimento dos exames significa que sua aplicação foi aprovada e que agora é só mostrar os testes para eles carimbarem o nosso passaporte com a permissão de morar no Canadá S2.

É um sentimento muito bom esse de sentir que o sonho está mais próximo… Cada casinha que a gente avança no jogo da vida em direção a Vancouver é muito comemorada.

Mais para a frente eu falo sobre como foi fazer os exames.

Cheers por agora e rumo ao exame médico em alguns dias =D

 

 

 

Um pouco sobre o Canadá (parte 2 – curiosidade históricas)

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No meu último post tentei fazer algo bem didático, falando sobre o território do Canadá e situando socialmente e geograficamente sobre o espaço do país. Aqui eu faço algo um pouco diferente. Trago um apanhado de informações e curiosidades um pouco mais profundas para quem pretende morar no Canadá:

1. Começamos pelo nome. Canadá deriva de “Kanata”, a forma com que nativos Hurons e Iroquois já chamavam o país antes dos Europeus chegarem. Na língua nativa significa algo como “aldeia”. Há quem defenda que o nome Canadá em si é um erro linguístico de Jaques Cartier um explorador Francês que nomeou o país com base no que ouvia (para ele o T era D).

2. Pesquisadores suspeitam que os primeiros habitantes do Canadá (na verdade, de toda a America) tenham vindo da Ásia há 30.000 anos por uma faixa de terra entre a Sibéria e o Alasca. Ds que permaneceram no Canadá, muitos viviam de forma nômade, se dedicanco a caça, pesca e cultivo de algumas plantas que resistiam o clima frio.

3. Com mais de 20% da população nascida fora do Canadá, estudos apontam que mais do que 20% da população, ou seja, cerca de 7 milhões de pessoas, falam um idioma diferente do inglês ou francês em casa. No caso da British Columbia, o mandarim é mais falado que o francês. Em Vancouver, é estimado que mais de 50% da polulação tenha nascido em outros países.

 

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4. A moeda oficial do Canadá é o dólar Canadense. A moeda vale um pouco menos do que o Dólar Americano.

5. Muita gente acha que o sistema de Saúde é inteiramente gratuito no Canadá. A informação varia de província pra província. Há locais onde há uma cobertura maior e há lugares onde algumas especialidades não são cobertas (oftalmologista, nutricionista, dentista, etc). Em algumas províncias a pessoa só tem acesso ao plano de saúde público se tiver trabalhando, enquanto em lugares como British Columbia é preciso pagar uma mensalidade para ter acesso ao benefício. Ou seja, não é como o SUS – tanto no aspecto positivo como no negativo.

6. A diversidade cultural do Canadá é encantadora. O Canadense não tem um biotipo padrão, é uma terra de muita mistura étnica. Não pense que só verá pessoas com cabelo loiro e olhos azuis.

7. Os apartamentos canadenses geralmente possuem janelas bem maiores do que os nossos. A ideia é aproveitar ao máximo o sol, principalmente no inverno quando os dias duram muito pouco.

8. Não há uma culinária típica no Canadá. A famosa poutine é o que mais se aproxima de comida do país.Como muitos descendentes asiáticos moram no Canadá, há uma quantidade bem grande de comida típica oriental, mas a Poutine é a comida clássica de lá.wendys-poutine.jpg

 

9. Falando em comida, o Canadá tem seu próprio Starbucks – o nome é Tim Hortons.A rede foi fundada em 1964 e tem mais de 4.500 unidades no Canadá e nos EUA.tim-hortons-gift-cards

10. O Canadá tem uma qualidade de vida com índices invejáveis, sempre o colocando no topo das listas de melhores lugares para viver no mundo. Este ano o Fórum Econômico Mundial em Davos na Suíça classificou o Canadá na segunda posição do ranking de melhor país do mundo para viver.  A própria Suíça ficou no topo da lista.

11. A educação fundamental no Canadá é considerada uma das melhores do mundo e mais de 95% dos alunos de 6 a 18 anos estudam em escolas públicas. O ensino superior é pago, mas muitas bolsas são concedidas. Alunos que são canadenses (naturalizados também) têm um desconto de 50% ou mais nos valores das Universidades e Faculdades canadenses.Mesmo assim, é muito comum pessoas que terminam a High School (Ensino Médio) e optam por não ingressar na faculdade.

12. No entanto, para que as escolas públicas sejam tão boas e o atendimento de saúde seja praticamente ou de graça, os impostos são elevados. canadian-provincial-taxes_502914bc01c88.jpgComo diria um professor meu da Graduação “Não existe almoço grátis”.

 

 

13. Este item tem tudo a ver com os anteriores. Com uma distribuição de renda justa todos, muitos não vêem necessidade de cursar o ensino superior. É possível viver bem no Canadá sem ter um trabalho dos sonhos, sem viver para o trabalho. Abaixo mostro uma tabela com o salário mínimo canadense (fica em torno de $2mil mês)Captura de tela 2016-04-18 às 20.40.47

 

Muitos estrangeiros falam/criticam que o canadense não é ambicioso, não temdownloadgrandes sonhos de riqueza e o que ele realmente preza é a qualidade de vida. Quantos likes esses canadenses merecem, heim?

14. No último ano houve uma mudança muito importante na política canadense. O novo primeiro ministro Justin Trudeau, do partido Liberal, foi eleito depois de uma década de liderança do partido conservador. Trudeau assumiu pedindo desculpa aos nativos canadenses pelos anos de matança e desconsideração, instaurou em seus ministérios 50% de mulheres e 50% de homens, prometeu trabalhar para uma igualdade salarial entre mulheres e homens, autorizou a chegada de refugiados Sírios (e recebeu alguns pessoalmente). Estas são só algumas das medidas desse cara FODA que até os americanos andaram se manifestando pedindo que ele governasse os Estados Unidos também. Dá até orgulho de pensar em ter um líder político assim.Captura de tela 2016-04-18 às 20.56.02

15. O Canadá tem o maior litoral do mundo (202.080 km). Para terem noção, é quase 27 vezes maior que o Brasil (7.491 km). Claro que a maioria é puro gelo. Mas para os saudosos de praia, no Canadá há inúmeras que são excelentes para banho (preferencialmente no verão).

Por agora é só. Se gostarem, posso juntar mais dados para vocês.

Um pouco mais sobre o Canadá (parte 1 – curiosidades gerais)

HEAD_DIAADIAResolvi escrever um pouco sobre o Canadá em si. Alguns de vocês podem ter chego até esse site pela curiosidade de fazer um doutorado fora do Brasil, sem saber muito sobre a cultura canadense. Outros podem ser grandes fãs do Canadá e estão aqui para saber mais sobre uma perspectiva acadêmica do país.

Bem, trouxe algumas informações que podem ser bem básicas para muitos de vocês e outras que podem ser novas, dependendo do seu interesse por aqui.

Na primeira leva vão informações mais gerais e no próximo post eu falo mais sobre aspectos históricos e culturais.

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As informações acima (e algumas abaixo) foram retiradas da Wikipedia. Tirei prints por achar que seriam interessante para começar a contextualizar. O Canadá é o segundo maior país em extensão do mundo, perdendo apenas para a Russia (Sim, ele é maior que a China).

No entanto, a população é bem mais baixa do que a dos maiores países do mundo em densidade populacional. Trouxe uma comparação bem legal abaixo:

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Ou seja: Em todo o território canadense, moram menos pessoas do que no estado da Califórnia, nos EUA! Me impressionei bastante com esse dado. No site oficial com dados do País consta que em Janeiro de 2016 a população era de um pouco mais de 36 milhões.

O Canadá tem 10 províncias e três territórios.

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Províncias e suas capitais:  Alberta (Edmonton); British Columbia (Victoria); Prince Edward Island (Charlottetown); Manitoba (Winnipeg); New Brunswick (Fredericton); Nova Scotia (Halifax); Ontario (Toronto); Québec (Québec); Saskatchewan (Regina); Newfoundland and Labrador (St. John’s).

Territórios: Territórios do Noroeste (Yellowknife); Yukon (Whitehorse) e Nunavut (Iqaluit).

Quando eu falei que ia para Vancouver, muita gente me perguntava se eu sabia falar francês, por achar que este era o idioma de lá. Pois então, só se fala francês oficialmente em uma província no Canadá, em Québec. As outras todas a língua oficial é o Inglês. Ottowa (Capital do Canadá) fica na província de Ontário e há bastante relatos que lá o francês é quase tanto usado como o inglês. Ainda assim, a língua oficial da província é a inglesa.

Foquei este post em características do Canadá. Mais para a frente farei um post mais específico sobre outras províncias e territórios, principalmente a de British Columbia, para onde eu vou.

Por enquanto, deixo estes dados sobre a divisão da população.

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Ainda pelo site do Governo Canadense estima-se que mais de 20% da população do país não tenha nascido lá. As províncias mais populares para os imigrantes são Ontário, Québec e British Columbia.

De acordo com o site do Itamaraty, baseado no censo canadense de 2010 seria possível estimar o número de brasileiros no Canadá em 26 mil pessoas. No entanto, principalmente nos últimos cinco anos muitos brasileiros estão migrando para o Canadá, o que aumentaria bastante esse número.

Li em uma matéria do jornal O Tempo que ” Somente este ano (2014), o país da América do Norte (Canadá) espera receber mais de 20 mil alunos brasileiros para o estudo de inglês e francês. Para alguns, no entanto, passar um tempo no país não é suficiente, eles querem emigrar definitivamente, especificamente para a província do Québec”.

Claro que estes 20 mil não vão imigrar, mas alguns deles, principalmente os que vão para fazer um College no país, acabam iniciando um processo de imigração definitiva. Mais para frente eu falo mais sobre migração via faculdade/trabalho.

Dentro deste número – provavelmente a maior porcentagem – são os milhares de alunos de línguas, que vão para o Canadá estudar temporariamente inglês ou francês. Os alunos de pós-graduação são minoria, mas ainda estão com um número significativo, crescendo a cada ano.
Bom, este post já está bem extenso. Tem muito mais o que falar, em uma próxima série passo mais dados gerais. No próximo post, trago alguns dados e curiosidade históricas do Canadá.

 

Referências:

Governo do Canadá

Wikipedia

Air Canada

Site Itamaraty

Visto para o Canadá – Documentos (parte 2)

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Continuamos com a saga do visto! No último post eu falei das comprovações financeiras. Agora falo de comprovantes de vínculo com o Brasil, o item que vai mostrar para quem avalia o seu processo que você voltará a sua terra natal.

De tudo que eu pesquisei, listo os que são mais necessários:

  • Carta de vínculo com emprego no Brasil

No caso de você sair do Brasil e ainda assim manter o emprego, é aceitável apresentar uma carta do seu chefe falando sobre o que você vai fazer fora, o que eles vão ganhar com isso, se você ainda receberá salário.

Se você foi contemplado por uma bolsa da Capes/CNPQ/Outra agência os comprovantes de contemplação valem também como vínculo e prova de renda no Brasil. Não esqueça que para um ano no Canadá é preciso comprovar cerca de $11 mil doláres canadenses para uma pessoa e $14 mil dólares canadenses para um casal (quem vai com filho adiciona cerca de $2 mil por dependente). Coloquei os valores que eu lembro de cabeça, mas para ter certeza acesse o site do CIC.

  • Carta de vínculo estudantil com Brasil

No caso de você ser aluno de alguma Universidade você pode anexar uma carta da sua coordenação sobre a sua saída condicional com a sua volta. É interessante incluir o tempo que você vai passar no Canadá, há quantos meses/anos você tá matriculada no Brasil, quanto tempo você tem para concluir o curso.
No meu caso, como sou aluna de Doutorado e vou para fora a convite de uma professora do Canadá, eu anexei quatro cartas: Uma da minha coordenação Brasileira, uma da minha orientadora Brasileira, uma da Universidade que eu vou no Canadá e uma da minha orientadora no Canadá.

  • Carta de vínculo familiar

Você tem uma filha que você precisará voltar ao Brasil para cuidar? Ou uma mãe? Ou uma avó? Anexar uma carta dessa pode ser interessante para provar que você não pretende ficar no Canadá para o resto da vida e que tem vínculos familiares com o Brasil.

Se você é casada e seu marido/esposa é importante apresentar a certidão de casamento, assim como se você tiver filhas/os é importante apresentar a certidão de nascimento (independente de te acompanharem ou não).

Last but definitely not least:

  • Carta de intenção

Quando eu contratei o serviço de despachante, perguntei umas três vezes se essa carta era necessária. Vi em diversos blogs e vlogs pessoas que viajaram falando da importância da mesma. Quem me atendeu disse que não precisava todas as vezes que eu perguntei.

No dia que eu fui entregar a documentação pessoalmente (a empresa faz pelo VAC de SP) eu a questionei mais uma vez. Daí, depois de eu insistir muito, ela decidiu confirmar ligando para um outro consultor da empresa matriz em São Paulo. Advinha o que ele disse? Que precisava.

Recomendo que mesmo que você escute a sua consultora dizendo que “não precisa, é besteira” que você faça a carta e a anexe ao processo do mesmo jeito. Se eu tivesse feito a carta de qualquer forma e levado no dia da entrega dos documentos para a empresa despachante, eu teria ganhado um tempo. Sem contar que: e se ela não tivesse ligado para outra pessoa para confirmar? E se eu não tivesse insistido perguntando sobre carta? Vai que faltasse essa informação que a carta esclareceu?

A empresa com certeza não me reembolsaria por uma falha deles. Confie em você e leve a sua documentação extra.

Só mais um desabafo – quem me atendeu também esqueceu de pedir a certidão de casamento minha e de meu marido. Acreditem se quiser… Todo o propósito do visto dele é ser vinculado ao meu e a pessoa não lembrou de pedir a certidão. Quem levou de qualquer jeito foi eu, pq eu já tinha lido bastante e sabia que era imprescindível.

Ainda sobre a carta de intenção, ela pode ser em português e pode ser uma por família/casal. Já vi marido e mulher escrevendo cartas separadas e já vi o aplicante principal escrevendo uma só (meu caso). Daí depende de cada caso. Como eu apresentei bastante documentação extra, julguei que não fosse necessário mais essa.

É fundamental falar porque você está indo para o Canadá, o que irá fazer e porque você vai voltar. Todos dizem que como – inicialmente pelo menos –  não há uma entrevista essa carta deverá ser como se você estivesse explicando para um membro do consulado suas intenções em visitar o país. Explique certinho como vai, porque vai, com quanto vai, com quem vai, e, principalmente quando volta. Não esqueça de falar da importância da viagem para você.

 

 

Visto para o Canadá – Documentos (parte 1)

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Bem, independente de fazer com uma empresa ou sozinho, você vai precisar de documentos além dos formulários que você vai preencher.

Vou passar a lista que me passaram para visto de estudante e de trabalho aberto em categorias:

Comprovantes de renda

  • Imposto de renda do ano com recibo
  • Prolabores/vencimentos/ contracheque (últimos 3 meses)
  • Carteira de Trabalho Assinada
  • Contrato social (caso seja sócio de alguma empresa)
  • Extrato conta corrente (assinado pela sua gerente e dos últimos 3 meses)
  • Extrato poupança/aplicação (assinado pela sua gerente e dos últimos 3 meses)
  • Extrato previdência privada(assinado pela sua gerente e dos últimos 3 meses)

Supondo que você é empresário: Você pode apresentar o IR da sua empresa e o contrato social.

Supondo que você é freela/autônomo: Você pode apresentar as notas fiscais dos serviços que você prestou, carta dos clientes falando dos serviços e dos preços.

Supondo que você é empregado: Você pode apresentar uma carta do empregador falando sobre quanto você recebe, quanto tempo você vai ficar fora.

Supondo que você não tem emprego: Você pode apresentar uma carta de custeio de quem vai pagar pelo seu tempo no Canadá. Vale lembrar que você terá que apresentar IR, Contracheque, Extratos, dessa pessoa. Ou seja, você deverá apresentar os seus documentos comprovantes de renda e da pessoa que vai te custear também.

Detalhe: Caso você trabalhe e queria complementar ou que não tenha a renda suficiente e queira apresentar alguém que vai custear o seu tempo no Canadá, também é possível. Paitrocínio e Mãetrocínio tão valendo.

 

Visto para o Canadá – Contratar ou fazer sozinha?

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Esse tópico chove no google, eu inclusive já li muito em outros blogs sobre como tirar o visto para o Canadá. Recomendo que você não leia apenas a minha experiência, procure também em outros lugares sobre o visto canadense – principalmente no site do consulado.

Lembro que não sou especialista e só estou  aqui para compartilhar a minha experiência e tentar auxiliar pessoas da mesma forma com que eu fui auxiliada. A diferença é que eu adicionei aqui algumas coisas que eu gostaria de ter lido antes de ter escolhido o que fazer.

As formas principais de aplicação que eu encontrei foram online ou pelo VAC. Como eu não moro nas capitais onde há o VAC, sozinha eu só conseguiria aplicar online, para aplicar no consulado eu precisaria de um despachante ou uma empresa de vistos. Tendo isso em vista, comecei a fazer minhas considerações.

Valores

Uma das primeiras dúvidas que eu tive era se compensava financeiramente contratar um serviço de despachante ou de consultoria. Pois bem, mesmo se eu fizesse todo o processo sozinha pelo site, eu gastaria uma grana considerável enviando documentos pelo correio. No final das contas, literalmente, achei que valia a pena investir em um despachante.

É difícil aplicar?

Depende. Eu sou fluente em inglês, o site não me incomoda. Se inglês é um problema para você, eu não recomendaria aplicar sozinha. Mesmo colocando em google translator, etc e tal, acho um pouco arriscado fazer um processo que você não tá entendendo.

Porém, às vezes, se você mora na cidade de um VAC, no próprio lugar eles podem te dar uma ajuda com o preenchimento do formulário. As cartas podem ser redigidas em português, já facilita para quem não sabe a língua.

Documentos

Você vai precisar de muitos documentos além dos formulários. No próximo post eu falarei mais sobre esses documentos. É um trabalho bem criterioso juntar a papelada necessária. Creio que se você tem todos os vínculos fáceis de serem comprovados, o processo fica mais simples. No entanto, no meu caso eu tinha tudo bem explicadinho e mesmo assim estava bastante insegura com os documentos. Eu queria que alguém com experiência desse uma olhada antes de eu enviar tudo, para ter certeza que o processo daria certo.

Para ser honesta, minha impressão foi que a pessoa que cuidava do meu processo sabia menos que eu. Fiquei super frustrada com isso. Mas, se fosse para fazer o processo novamente, eu ainda acho que contrataria um despachante. Provavelmente em outra empresa.

Então deixo a minha dica: coloque em uma balança o seu caso. Pense bem o que você se sente confortável, o que te deixa aflita. Você tem um caso complicado? Seria interessante contratar alguém, mas não obrigatoriamente essa pessoa vai cuidar do teu processo melhor que você. Acompanho um canal do youtube de uma menina que está em Toronto e que fez o processo por uma consultoria e teve o visto negado. Depois da negação, ela reaplicou sozinha e deu certo. No entando, na maioria dos casos eu vejo que a assessoria ajuda muita gente.

Se você mora em uma cidade que tem VAC ou perto de uma, vá até o consulado, converse com as pessoas por lá. Ouvi maravilhas sobre o atendimento deles. Dizem que quando você entrega os documentos no VAC eles verificam tudo para você. Se eu tivesse chance, eu teria aplicado pessoalmente.

Para quem mora em outras cidades e só tem a opção do online, talvez o despachante seja a melhor opção. Ou não. Novamente, depende de você e não há garantias em lugar algum.