Aposentando o Blog

Grandes novidades para o blog – mudamos para , no mudarprocanada.com.

Ao longo desses meses em que escrevo aqui recebi muito feedback sobre a mudança pro Canadá. Muita gente entrou em contato querendo saber mais sobre o país, sobre como estudar por aqui e na maioria das vezes não eram pessoas que chegaram até aqui por causa do doutorado.

Acabei achando que opróprio título do blog “doutoradonocanada” poderia afastar  pessoas do conteúdo e que talvez aquilo que eu tô escrevendo fosse interessante para um público além das barreiras acadêmicas.

Assim, dou continuidade ao conteúdo desde blog no recém nascido Mudar pro Canadá, onde continuo falando das aventuras de mudar de país, mais especificamente para as terras canadenses.

Obrigada pelo retorno e espero vocês por lá!

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Site Mudar pro Canadá

 

 

 

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Visto para o Canadá – Contratar ou fazer sozinha?

originalmente postado em 14/04/2016

 

Esse tópico chove no google, eu inclusive já li muito em outros blogs sobre como tirar o visto para o Canadá. Recomendo que você não leia apenas a minha experiência, procure também em outros lugares sobre o visto canadense – principalmente no site do consulado.

Lembro que não sou especialista e só estou  aqui para compartilhar a minha experiência e tentar auxiliar pessoas da mesma forma com que eu fui auxiliada. A diferença é que eu adicionei aqui algumas coisas que eu gostaria de ter lido antes de ter escolhido o que fazer.

As formas principais de aplicação que eu encontrei foram online ou pelo VAC. Como eu não moro nas capitais onde há o VAC, sozinha eu só conseguiria aplicar online, para aplicar no consulado eu precisaria de um despachante ou uma empresa de vistos. Tendo isso em vista, comecei a fazer minhas considerações.

Valores

Uma das primeiras dúvidas que eu tive era se compensava financeiramente contratar um serviço de despachante ou de consultoria. Pois bem, mesmo se eu fizesse todo o processo sozinha pelo site, eu gastaria uma grana considerável enviando documentos pelo correio. No final das contas, literalmente, achei que valia a pena investir em um despachante.

É difícil aplicar?

Depende. Eu sou fluente em inglês, o site não me incomoda. Se inglês é um problema para você, eu não recomendaria aplicar sozinha. Mesmo colocando em google translator, etc e tal, acho um pouco arriscado fazer um processo que você não tá entendendo.

Porém, às vezes, se você mora na cidade de um VAC, no próprio lugar eles podem te dar uma ajuda com o preenchimento do formulário. As cartas podem ser redigidas em português, já facilita para quem não sabe a língua.

Documentos

Você vai precisar de muitos documentos além dos formulários. No próximo post eu falarei mais sobre esses documentos. É um trabalho bem criterioso juntar a papelada necessária. Creio que se você tem todos os vínculos fáceis de serem comprovados, o processo fica mais simples. No entanto, no meu caso eu tinha tudo bem explicadinho e mesmo assim estava bastante insegura com os documentos. Eu queria que alguém com experiência desse uma olhada antes de eu enviar tudo, para ter certeza que o processo daria certo.

Para ser honesta, minha impressão foi que a pessoa que cuidava do meu processo sabia menos que eu. Fiquei super frustrada com isso. Mas, se fosse para fazer o processo novamente, eu ainda acho que contrataria um despachante. Provavelmente em outra empresa.

Então deixo a minha dica: coloque em uma balança o seu caso. Pense bem o que você se sente confortável, o que te deixa aflita. Você tem um caso complicado? Seria interessante contratar alguém, mas não obrigatoriamente essa pessoa vai cuidar do teu processo melhor que você. Acompanho um canal do youtube de uma menina que está em Toronto e que fez o processo por uma consultoria e teve o visto negado. Depois da negação, ela reaplicou sozinha e deu certo. No entando, na maioria dos casos eu vejo que a assessoria ajuda muita gente.

Se você mora em uma cidade que tem VAC ou perto de uma, vá até o consulado, converse com as pessoas por lá. Ouvi maravilhas sobre o atendimento deles. Dizem que quando você entrega os documentos no VAC eles verificam tudo para você. Se eu tivesse chance, eu teria aplicado pessoalmente.

Para quem mora em outras cidades e só tem a opção do online, talvez o despachante seja a melhor opção. Ou não. Novamente, depende de você e não há garantias em lugar algum.

Como abrir uma conta de Banco no Canadá?

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Primeiramente, fique tranquila. É MUITO menos burocrático que qualquer coisa que você vá fazer no banco no Brasil.

A primeira coisa a fazer é ter o SIN Number. Sem ele você não abre a conta.

Você então vai até o banco, pede para abrir uma conta. Eles te levam para umas salinhas, onde alguém te atende. Uma funcionária cuidou do nosso processo. COm nosso passaporte, Poe letter e Sin Number ela abriu a conta.

Acho que uma das coisas mais chatas é que a gente tinha que pedir para ela explicar tudo novamente. Não por causa do inglês, mas pq ela falava como se a gente conhecesse bancos canadenses e como eles funcionam. E não a gente não conhecia. E não, não é igual ao Brasil. Tem muitas coisas diferentes. Me senti uma criança de 10 anos que foi ao banco pela primeira vez e ela era a tia meio grossa que não tinha muita paciência para perguntas bobas. Mas, SORRY, prefiro fazer 1000 perguntas idiotas a não saber como as coisas funcionam. Síndrome de jornalista talvez. Enfim.

Demorou quase duas horas para ela fazer tudo. Saímos de lá com o meu cartão de débito.

Outra coisa importante – para conta de estudante não há conta conjunta. Eu não sabia disso. A conta ficou só no meu nome, se eu quisesse incluir meu marido, seria uma conta diferente.

O procedimento deve ser semelhante em todos os bancos, o negócio é escolher algum que você prefira. Sobre isso, talvez eu faça um post no futuro avaliando os bancos. Posso falar que não estou 100% satisfeita com o meu banco aqui – mas tb nem sei se isso é 100% possível. Adianto que tive alguns problemas, inclusive já fizeram algumas cobranças não autorizadas/avisadas, tive que pagar por coisa que não sabia que teria que pagar e ainda por cima eles não foram  atenciosos como eu esperava.

Para resumir, escolhi o Scotia para ganhar ingressos de graça e para economizar na taxa mensal, já que ele não tem taxa para conta de estudante. No fim, não ter taxa quer dizer que você fica sem alguns serviços básicos –  você paga umas coisas absurdas como quase $60 dólares por um talão de cheques.

Ah! E o cartão para eu tirar meus ingressos gratuitos foi para um endereço errado e até agora não consegui arrumar a situação…Ou seja, o próposito inicial não foi alcançado. Paguei mais que pagaria em uma conta normal e não ganhei meus tickets. Damn.

Eu não recomento o Scotia, mas também, sendo honesta, não saberia o que recomendar.

Chegada no Canadá – como foi?

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Foram muitas horas e horas de vôo.

Embarcamos no aeroporto na segunda-feira, perto da uma da tarde. Nosso vôo saiu perto das três.

Chegamos em São Paulo. Esperamos até perto da meia noite.

Chegamos pela manhã em NY. Desembarcamos, recolhemos as nossas malas, passamos pela imigração. Fizemos o check-in para o próximo voo, colocamos as malas na esteira e partimos para LAX. (Vale a pena dizer que era um Voo da Delta que compramos pq dizia ser direto SP-LAX. Como vcs podem ver, não foi direto.)

Esperamos quase 10 horas em LA até pegármos o voo para Vancouver.

Chegamos em Vancouver 00:01 de quarta-feira (quatro horas da manhã, no Brasil).

Pegamos as nossas malas, passamos pelo guardinha. Ele perguntou o que a gente tava fazendo no Canadá, falei que era a estudo (eu) e trabalho (marido). Ele nos deu boas vindas e pediu para a gente ir até uma outra sala da imigração.

Fomos lá, entramos em uma pequena fila (tinha outros dois casais esperando). O outro oficial nos atendeu, pegou nossos documentos (passaporte e carta de aceite) e pediu para a gente esperar. Uns 15, 20 minutos depois ele voltou com nossos passaportes e com a Poe Letter (uma carta que especifica mais detalhadamente o que a gente pode fazer no país e sempre que saírmos do Canadá precisamos levá-la junto conosco. Ela tb é necessária para tirar o sin e para tirar o bcid).

Assim, com todo o processo, levamos cerca de uma hora.

Eu tava tensíssima pensando se encontraria um taxi naquele horário que levasse nossas quatro malas gigantes. No fim, tinham MUITOS taxis disponíveis, foi uma preocupação desnecessária. Pelo o que eu vi, não tem pq  marcar transfers caríssimos… O preço do taxi é tabelado e tem vários a disposição (mesmo em horários ruins, como no nosso caso).

Em resumo, a imigração foi bem simples. Ainda bem, pq a gente estava literalmente dormindo em pé. O cansaço é uma coisa absurda. Acho que a ansiedade, a tensão, colaboram demais para tudo ser mais cansativo. Então tentem relaxar e se preparem físicamente para aguetar o tranco!

Nos próximos posts eu começo a falar sobre os processos de chegada, listados aqui.

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(muito café – ou no meu caso chá – para ficar acordada na maratona da viagem)

Sobre expectativas e realidade

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Escrevo hoje para as amigas que sempre perguntam como eu estou, às que sempre ocupadas acabam não falando comigo com tanta frequência e às que acompanham de longe meus posts pensando em talvez um dia mudar de país também.

Fez 100 dias que estamos aqui em Vancouver. Poucas coisas foram como planejamos. Foram cinco anos de planos para fazer essa viagem e, honestamente, por mais que você tente antecipar imprevistos e situações a vida sempre acaba surpreendendo a gente.

Não fazia noção que a falta de sol faz tão mal. Sou catarina, tô acostumada com chuva em mais de 1/3 do ano. Achei que ia levar de letra..

Quem trabalha em home office – eu trabalho há uns sete anos – sabe como é solitária a nossa jornada. Não tem colega contando novidades do final de semana, não com quem compartilhar risadas e problemas do dia a dia, não tem amigo secreto. Isso misturado com a minha introspecção, a falta de sol, a chuva constante, uma tese para escrever, roteiros para criar e, principalmente, falta de quem amamos, é foda. É não ter para onde ir/fugir quando tá chovendo (o tempo todo). É ver que a vida por aí segue e a nossa por aqui se afasta cada dia mais um pouquinho. É passar dias e dias dentro de casa pensando se os planos realmente valeram a pena. Resumo: é doido.

Hoje, depois de quase 70 dias só chovendo, fez um solão. Deu para repensar a vida com mais doçura, com mais claridade. Mudança nunca é fácil, mas mudar é imprescindível– pelo menos para mim. É importante saber que nem sempre os dias são bons e que nunca podemos nos esquecer o como somos afortunados em ter as oportunidades que temos. Só eu sei como agradeço todos os dias pelo meu companheiro de jornada,sempre aqui do meu lado.

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Enfim, o textão foi pretexto para compartilhar essa foto que me lembra que todos os desafios são válidos para chegar onde almejamos. Tem horas ruins, tem horas boas. O que vale mesmo é aproveitar nosso tempo.

Bem, fiquei os últimos 100 dias fora, resolvendo os problemas que apareciam por aqui. Mas tem gente que pratica esportes, outros cozinham, uns pintam. Minha válvula de escape desde sempre foi a escrita. Decidi retomar o trabalho por aqui e contar aos poucos como foi – e como está sendo – a minha estadia por aqui.

 

Vai que alguém lê?

 

 

 

É hoje!

HEAD_DIAADIA

Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.

Sonhe (Clarice Lispector)

Criei esse post com o título “É hoje” há três meses, quando eu comecei a fazer a contagem regressiva de 10 em 10 dias. Só tive coragem de começar a escrever algo aqui, hoje, a poucas horas da viagem.

Bem, como descrever um momento assim? Em que algo que você planejou há anos está prestes a acontecer. Não tenho filho, mas já casei, noivei, qualifiquei no doutorado, fui aprovada para o mestrado e depois o doutorado, me formei, virei mestre, ganhei edital, estreiei filme, ganhei prêmios de reconhecimento pelo meu trabalho, passei em concurso público… Posso dizer do fundo do coração que já vivenciei muitos momentos emocionantes, tanto profissionalmente como de cunho pessoal.

Por mais que cada feito tenha o seu mérito, acho que o destaque vai lá para o começo dessa timeline, na minha primeira grande conquista. Depois de dois anos estudando feito louca, passei no vestibular do melhor e mais concorrido curso de jornalismo do país – simplesmente porque eu teimava que tinha que fazer o melhor de todos. Como estudei a vida toda em escola pública me deparei com quilos de matérias e conteúdos que eu nunca tinha visto na vida. Não parei de estudar e não desisti depois de não passar nas provas. Tudo por acreditar que o futuro que eu queria construir para mim dependia daquela aprovação.

Foi uma grande construção (e várias pequenas desconstruções) para chegar até aqui. Hoje penso que a espera desse dia bate todas os outras, talvez por ser o resultado de tanto trabalho acumulado e –  ainda por cima  – ter base em uma expectativa bem mais antiga.

Vou contextualizar: contei aqui que eu morei com meus pais nos EUA quando criança. Meu pai fazia o doutorado sanduíche e levou a família junto. Lembro que a volta pro Brasil foi meio traumática. Eu tinha bem mais amigos nos EUA, morava perto de tudo (no brasil eu morava na pqp), tinha mais brinquedos e principalmente: meus pais e eu éramos bem mais felizes por lá. Voltei tendo certeza que um dia eu voltaria a morar fora e que viveria aquela intensidade novamente.

Desde cedo, quando decidi ser escritora, eu queria morar fora. Até na adolescência, quando eu tive uma banda e achava que ia viver de música, eu sabia que moraria fora. Hoje, escritora/cineasta/jornalista/professora/pesquisadora/#mevironos30, fico feliz porque finalmente o dia chegou.

Para os que pensam: Mas será que eu consigo? Será que eu vou ter apoio? Será que eu tenho coragem?

Eu não tive indicação para conseguir o convite da professora da University of British Columbia. Não entrei nem no doutorado nem no mestrado conhecendo sequer um professor dos cursos. Minha orientadora do mestrado virou minha orientadora cinco meses antes do dia da minha defesa, até aquele momento eu tinha me virado completamente sozinha. No doutorado fiquei o primeiro ano sem orientação também.

A única coisa que eu pensei que era garantida em todo processo eram as bolsas do sanduíche. E o que aconteceu? Elas ficaram indisponíveis bem no semestre que eu podia tentar. Karma? Talvez. Acredito mesmo é que todos os obstáculos são oportunidades para a gente se superar. Sempre existe uma alternativa, às vezes a gente desanima e é difícil enxergar, mas cave um pouquinho mais que a oportunidade vai aparecer.

Digo com orgulho que consegui chegar aqui no suor e com muito, mas muito trabalho. Também tive um tanto de sorte e essa sorte tem nome: minha família. Eles sempre me apóiam, foram um verdadeiro porto seguro para quando eu achava que tudo estava desabando. Imagino que sem eles seria infinitamente mais difícil seguir em frente…

Desabafo aqui com esperança de que meu relato emocionado possa incentivar alguém por aí a não desistir dos seus sonhos. Mesmo daqueles que você se questionou milhares de vezes se realmente conseguiria alcançar. Com persistência, amor e trabalho você pode conseguir. Apenas não desista. 

Agora… chega logo, Canadá!

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(Essa fotinho é na Universidade de Toronto, em 2013, na minha lua de mel. Fomos para o Canadá e pela primeira vez descobrimos o quão incrível esse país era. Saímos de lá com a maior sensação que um dia a gente ainda ia morar por lá. E não é que estávamos certos?)

Organização na véspera da viagem

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Estamos quase lá! Hoje é sexta e viajamos na segunda!

O final de semana será todo dedicado para a gente se despedir dos nossos familiares e amigos. Por isso já deixamos as malas arrumadas, separamos o que vamos levar na bagagem de mão e os itens na lista de coisas para fazer estão finalmente OK..

Ainda assim, é bom se organizar para não esquecer nada na hora H! Sabe aquele medinho de esquecer um passaporte, um remédio, sei lá o que?

Então…

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Vou compartilhar meu checklist com vocês. Eu sempre faço um antes de viajar de férias. Agora então, é ainda mais necessário.

  • Remédios
    • Nessa altura, a quatro dias da viagem, você deve ter comprado já todos os remédios que pretende levar. Os que vão na mala já estão por lá. Os que eu levo na bagagem de mão coloquei em uma necessarie. Antes de embarcar eu sempre confiro se tá tudo lá. Eu levo: tylenol sinus, advil, pílula, remédio para cólica e própolis.
  • Livro e Revistas
    • Para o voo ou para as conexões – eles são ótimos para passar o tempo.
  • Almofada de pescoço
    • Eu tenho e não viajo mais sem ela
  • Músicas e fone de ouvido
    • Seja no celular, ipad ou computador. Viajar sem música é um saco. EU sempre preparo um setlist para as minhas viagens.
  • Roupas confortáveis e quentinhas
    • Bem, eu sempre viajo beeem confortável. Nada de roupa muito apertada e acessórios grandes.  Tenho uma bota que é dois números maior do que eu uso, viajo com ela já sabendo que meu pé vira um pão de batata e que ela é a única que não me machuca na hora de sair do avião. Sempre levo uma meia grossa (para botar na hora que eu tiro o sapato), um casaco quentinho e o cachecol. São minhas garantias que eu vou viajar bem confortável.
  • Protetor labial, creme, lenços umedecidos, desodorante e enxaguante bucal. 
    • Gente, a pele resseca muito em uma viagem longa. O lábio, nem precisa falar, né? É impotante deixar esses itens em mão (sem esquecer do limite de 100ml).
    • Também gosto de levar lenços umidecidos, desodorante e enxaguante bucal. Eu não curto a sensação de “sujona”. E em uma viagem de 40 horas, é difícil ser princesa.
  • Maquiagem, lacinho de cabelo, óculos
    • Meu corretivo para as minhas olheiras sempre anda comigo, ainda mais nas viagens. Lacinho de cabelo tá sempre no meu pulso e óculos escuro (mais até que o normal para leitura) tá sempre na minha bolsa em alerta.
  • Pasta de Documentos
    • Essa foi bem importante. Deixei por último para explicar melhor. Em outros posts eu mencionei que faria uma pastinha com tudo de mais impotante que eu levaria e principalmente: com os documentos que podem me pedir na entrada do Canadá.
      • Passaporte
      • Carta anexa ao passaporte (emitida junto com o visto)
      • Passagem aérea impressa
      • Comprovante de hospedagem inicial impressa
      • Carta de aceite da Universidade estrangeira
      • Carta de aceite da professora no exterior
      • Carta de anuência da UFSC
      • Carta de anuência da orientadora no Brasil
      • Certidão de casamento (Tradução juramentada)
      • Comprovantes de renda (Tradução juramentada)

 

Bem, com tudo em cima, só falta comer aquela coxinha ou pão de queijo no aeroporto antes do embarque, tomar aquele suco natural (cajúúúúú) e viajar tranquilamente (ou pelo menos tentar ficar sossegada!)