Chegada no Canadá – como foi?

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Foram muitas horas e horas de vôo.

Embarcamos no aeroporto na segunda-feira, perto da uma da tarde. Nosso vôo saiu perto das três.

Chegamos em São Paulo. Esperamos até perto da meia noite.

Chegamos pela manhã em NY. Desembarcamos, recolhemos as nossas malas, passamos pela imigração. Fizemos o check-in para o próximo voo, colocamos as malas na esteira e partimos para LAX. (Vale a pena dizer que era um Voo da Delta que compramos pq dizia ser direto SP-LAX. Como vcs podem ver, não foi direto.)

Esperamos quase 10 horas em LA até pegármos o voo para Vancouver.

Chegamos em Vancouver 00:01 de quarta-feira (quatro horas da manhã, no Brasil).

Pegamos as nossas malas, passamos pelo guardinha. Ele perguntou o que a gente tava fazendo no Canadá, falei que era a estudo (eu) e trabalho (marido). Ele nos deu boas vindas e pediu para a gente ir até uma outra sala da imigração.

Fomos lá, entramos em uma pequena fila (tinha outros dois casais esperando). O outro oficial nos atendeu, pegou nossos documentos (passaporte e carta de aceite) e pediu para a gente esperar. Uns 15, 20 minutos depois ele voltou com nossos passaportes e com a Poe Letter (uma carta que especifica mais detalhadamente o que a gente pode fazer no país e sempre que saírmos do Canadá precisamos levá-la junto conosco. Ela tb é necessária para tirar o sin e para tirar o bcid).

Assim, com todo o processo, levamos cerca de uma hora.

Eu tava tensíssima pensando se encontraria um taxi naquele horário que levasse nossas quatro malas gigantes. No fim, tinham MUITOS taxis disponíveis, foi uma preocupação desnecessária. Pelo o que eu vi, não tem pq  marcar transfers caríssimos… O preço do taxi é tabelado e tem vários a disposição (mesmo em horários ruins, como no nosso caso).

Em resumo, a imigração foi bem simples. Ainda bem, pq a gente estava literalmente dormindo em pé. O cansaço é uma coisa absurda. Acho que a ansiedade, a tensão, colaboram demais para tudo ser mais cansativo. Então tentem relaxar e se preparem físicamente para aguetar o tranco!

Nos próximos posts eu começo a falar sobre os processos de chegada, listados aqui.

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(muito café – ou no meu caso chá – para ficar acordada na maratona da viagem)

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Sobre expectativas e realidade

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Escrevo hoje para as amigas que sempre perguntam como eu estou, às que sempre ocupadas acabam não falando comigo com tanta frequência e às que acompanham de longe meus posts pensando em talvez um dia mudar de país também.

Fez 100 dias que estamos aqui em Vancouver. Poucas coisas foram como planejamos. Foram cinco anos de planos para fazer essa viagem e, honestamente, por mais que você tente antecipar imprevistos e situações a vida sempre acaba surpreendendo a gente.

Não fazia noção que a falta de sol faz tão mal. Sou catarina, tô acostumada com chuva em mais de 1/3 do ano. Achei que ia levar de letra..

Quem trabalha em home office – eu trabalho há uns sete anos – sabe como é solitária a nossa jornada. Não tem colega contando novidades do final de semana, não com quem compartilhar risadas e problemas do dia a dia, não tem amigo secreto. Isso misturado com a minha introspecção, a falta de sol, a chuva constante, uma tese para escrever, roteiros para criar e, principalmente, falta de quem amamos, é foda. É não ter para onde ir/fugir quando tá chovendo (o tempo todo). É ver que a vida por aí segue e a nossa por aqui se afasta cada dia mais um pouquinho. É passar dias e dias dentro de casa pensando se os planos realmente valeram a pena. Resumo: é doido.

Hoje, depois de quase 70 dias só chovendo, fez um solão. Deu para repensar a vida com mais doçura, com mais claridade. Mudança nunca é fácil, mas mudar é imprescindível– pelo menos para mim. É importante saber que nem sempre os dias são bons e que nunca podemos nos esquecer o como somos afortunados em ter as oportunidades que temos. Só eu sei como agradeço todos os dias pelo meu companheiro de jornada,sempre aqui do meu lado.

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Enfim, o textão foi pretexto para compartilhar essa foto que me lembra que todos os desafios são válidos para chegar onde almejamos. Tem horas ruins, tem horas boas. O que vale mesmo é aproveitar nosso tempo.

Bem, fiquei os últimos 100 dias fora, resolvendo os problemas que apareciam por aqui. Mas tem gente que pratica esportes, outros cozinham, uns pintam. Minha válvula de escape desde sempre foi a escrita. Decidi retomar o trabalho por aqui e contar aos poucos como foi – e como está sendo – a minha estadia por aqui.

 

Vai que alguém lê?

 

 

 

Primeiros passos no Canadá

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CHEGAMOS!

Bem, a essa altura já estaremos em Vancouver. Estou falando no passado por ter escrito esse post ainda no Brasil. Acredito que não vou ter tempo na chegada para escrever (nem meios, pois ainda estarei sem internet e sem computador).

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*fotinho ilustrativa minha em Las Vegas, não em Vancouver. Em breve fotos canadenses!

Decidi então publicar a minha listinha do que teremos que fazer assim que chegarmos a Vancouver. E olha… nesse primeiro momento, vai ter coisa pra caramba para resolver.

Hoje, quarta, é o primeiro dia que estaremos no Canadá. A chegada do nosso vôo estava prevista para terça-feira às 11 horas da noite (horário de Vancouver). Com todo o processo de imigração + bagagens, creio que chegamos no hotel por volta da uma da manhã. Soma aí que uma da manhã lá é cinco da manhã em Santa Catarina.

Quarta é um dia cheio de atividades, o primeiro capítulo da nossa chegada. Vamos lá para o que está planejado:

  • Air BnB
    • Como chegamos na madrugada, tivemos que ficar em um hotel pertinho do aeroporto. Na quarta cedinho (ou mais cedo que a gente conseguir) vamos para a casa que alugamos no Airbnb. Esse será nosso endereço provisório para conseguirmos resolver as primeiras pendências no país.
  • Fazer o SIN number
    • Esse é o CPF do Canadá. Ele é o primeiro documento canadense que nós teremos. Pelo o que pesquisei, você vai até o local onde fazem ele e na mesma hora sai já com o número. É necessário o visto, a permissão de trabalho/estudo e um endereço. Mais para frente eu farei um post sobre ele.
  • Comprar o Celular
    • Não dá pra fazer quase nada sem ter um telefone. Assim que a gente conseguir o Sin, vamos para bater perna nas lojas buscar uma boa oferta para telefonia. Também explicarei melhor como foi a escolha em breve.
  • Abrir conta no Banco
    • Para abrir a conta no banco, o que precisamos: Visto, endereço, Sin e número de Celular! Ou seja, basicamente existe uma sequência para seguir nesse primeiro momento. Pelo o que pesquisamos, é bem tranquilo o processo, assim que abrir a conta, já recebemos um cartão de débito e podemos fazer transferências do Brasil para o Canadá. Vou explicar como foi e como escolhemos o banco mais para frente.
  • Pagar seguro saúde da UBC
    • Lembram que eu falei sobre os rolos para pagar o seguro saúde da UBC nesse post e nesse post? Então, precisamos passar no HSBC e pagar o meu seguro saúde. Depois encaminhamos o formulário do pagamento do seguro do meu marido por email (esse pode ser com cartão de crédito).
  • Metropass
    • Comprar o cartaozinho do transporte público em Vancouver. Como chegamos no final do mês, não vale a pena comprar o mês inteiro. Vamos recarregar com uns C$ e depois na virada do mês a gente compra o mensal. Se você está se perguntando: mas pq eles não pagam a viagem em dinheiro? Bem, aqui no Canadá é necessário ter o dinheiro certinho na hora de pagar. Não tem troco. Assim, é bem mais fácil usar o cartão, né. Mais explicações no futuro post tb.

 

Essas são as providências emergenciais! Das que a gente vai chegar e fazer sem nem ter dado um rolê na cidade ainda. Depois que a gente fizer isso tudo, vamos começar a fazer o resto com um pouco mais de tranquilidade. Mas, honestamente, me conhecendo, até conseguir o nosso AP, nada vai ser muito tranquilo!

Se der tempo ainda na quarta começaremos o capítulo dois da chegada:
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  • Procura por um AP
    • Saímos do Brasil com um bairro queridinho: Kitslano. Ele fica bem localizado entre o centro e a UBC. Em uns 20 a 30 minutinhos eu chego na universidade de bus. Conseguimos ir praticamente a pé até o centro da cidade. Seria ótimo morar por lá. Porém, vamos procurar também em outros lugares, como Fairview, Cambie, Shaughnessy, Marpole, Mount Pleasant (que até onde vimos possuem mais prédios e ficam no máximo a 45 minutos de busão da UBC). Downtown e Westend seriam legais, mas são as partes mais caras da cidade, então descartamos. North Vancouver, East Vancouver e Burnaby seriam opções, mas como ficam mais de uma hora de distância da universidade, só em último caso mesmo. Vai rolar bastante posts sobre como foi o aluguel e sobre os bairros da cidade. Inclusive, tô pensando em fazer uma série sobre cada bairro de Vancouver. Senti muita falta disso quando pesquisei, acredito que eu possa contribuir com isso.
  • BC ID
    • Para não ficar andando com o passaporte para cima e para baixo, fazer o RG canadense é bem importante. Assim que der um tempinho, o faremos.
  • Conhecer a cidade!
    • Tá aí uma coisa que vamos estar loucos para fazer, mas provavelmente só vai rolar depois que a gente pegar o ap. Mas, é claro, enquanto a gente procura AP, faz os passos burocráticos da mudança, estaremos sempre de olho ao nosso redor =).

Bem, esse segundo capítulo tem bastante coisa para ser resolvida. Mais explicações (e o terceiro capítulo) ficam para um próximo post!

 

É hoje!

HEAD_DIAADIA

Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.

Sonhe (Clarice Lispector)

Criei esse post com o título “É hoje” há três meses, quando eu comecei a fazer a contagem regressiva de 10 em 10 dias. Só tive coragem de começar a escrever algo aqui, hoje, a poucas horas da viagem.

Bem, como descrever um momento assim? Em que algo que você planejou há anos está prestes a acontecer. Não tenho filho, mas já casei, noivei, qualifiquei no doutorado, fui aprovada para o mestrado e depois o doutorado, me formei, virei mestre, ganhei edital, estreiei filme, ganhei prêmios de reconhecimento pelo meu trabalho, passei em concurso público… Posso dizer do fundo do coração que já vivenciei muitos momentos emocionantes, tanto profissionalmente como de cunho pessoal.

Por mais que cada feito tenha o seu mérito, acho que o destaque vai lá para o começo dessa timeline, na minha primeira grande conquista. Depois de dois anos estudando feito louca, passei no vestibular do melhor e mais concorrido curso de jornalismo do país – simplesmente porque eu teimava que tinha que fazer o melhor de todos. Como estudei a vida toda em escola pública me deparei com quilos de matérias e conteúdos que eu nunca tinha visto na vida. Não parei de estudar e não desisti depois de não passar nas provas. Tudo por acreditar que o futuro que eu queria construir para mim dependia daquela aprovação.

Foi uma grande construção (e várias pequenas desconstruções) para chegar até aqui. Hoje penso que a espera desse dia bate todas os outras, talvez por ser o resultado de tanto trabalho acumulado e –  ainda por cima  – ter base em uma expectativa bem mais antiga.

Vou contextualizar: contei aqui que eu morei com meus pais nos EUA quando criança. Meu pai fazia o doutorado sanduíche e levou a família junto. Lembro que a volta pro Brasil foi meio traumática. Eu tinha bem mais amigos nos EUA, morava perto de tudo (no brasil eu morava na pqp), tinha mais brinquedos e principalmente: meus pais e eu éramos bem mais felizes por lá. Voltei tendo certeza que um dia eu voltaria a morar fora e que viveria aquela intensidade novamente.

Desde cedo, quando decidi ser escritora, eu queria morar fora. Até na adolescência, quando eu tive uma banda e achava que ia viver de música, eu sabia que moraria fora. Hoje, escritora/cineasta/jornalista/professora/pesquisadora/#mevironos30, fico feliz porque finalmente o dia chegou.

Para os que pensam: Mas será que eu consigo? Será que eu vou ter apoio? Será que eu tenho coragem?

Eu não tive indicação para conseguir o convite da professora da University of British Columbia. Não entrei nem no doutorado nem no mestrado conhecendo sequer um professor dos cursos. Minha orientadora do mestrado virou minha orientadora cinco meses antes do dia da minha defesa, até aquele momento eu tinha me virado completamente sozinha. No doutorado fiquei o primeiro ano sem orientação também.

A única coisa que eu pensei que era garantida em todo processo eram as bolsas do sanduíche. E o que aconteceu? Elas ficaram indisponíveis bem no semestre que eu podia tentar. Karma? Talvez. Acredito mesmo é que todos os obstáculos são oportunidades para a gente se superar. Sempre existe uma alternativa, às vezes a gente desanima e é difícil enxergar, mas cave um pouquinho mais que a oportunidade vai aparecer.

Digo com orgulho que consegui chegar aqui no suor e com muito, mas muito trabalho. Também tive um tanto de sorte e essa sorte tem nome: minha família. Eles sempre me apóiam, foram um verdadeiro porto seguro para quando eu achava que tudo estava desabando. Imagino que sem eles seria infinitamente mais difícil seguir em frente…

Desabafo aqui com esperança de que meu relato emocionado possa incentivar alguém por aí a não desistir dos seus sonhos. Mesmo daqueles que você se questionou milhares de vezes se realmente conseguiria alcançar. Com persistência, amor e trabalho você pode conseguir. Apenas não desista. 

Agora… chega logo, Canadá!

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(Essa fotinho é na Universidade de Toronto, em 2013, na minha lua de mel. Fomos para o Canadá e pela primeira vez descobrimos o quão incrível esse país era. Saímos de lá com a maior sensação que um dia a gente ainda ia morar por lá. E não é que estávamos certos?)

Organização na véspera da viagem

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Estamos quase lá! Hoje é sexta e viajamos na segunda!

O final de semana será todo dedicado para a gente se despedir dos nossos familiares e amigos. Por isso já deixamos as malas arrumadas, separamos o que vamos levar na bagagem de mão e os itens na lista de coisas para fazer estão finalmente OK..

Ainda assim, é bom se organizar para não esquecer nada na hora H! Sabe aquele medinho de esquecer um passaporte, um remédio, sei lá o que?

Então…

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Vou compartilhar meu checklist com vocês. Eu sempre faço um antes de viajar de férias. Agora então, é ainda mais necessário.

  • Remédios
    • Nessa altura, a quatro dias da viagem, você deve ter comprado já todos os remédios que pretende levar. Os que vão na mala já estão por lá. Os que eu levo na bagagem de mão coloquei em uma necessarie. Antes de embarcar eu sempre confiro se tá tudo lá. Eu levo: tylenol sinus, advil, pílula, remédio para cólica e própolis.
  • Livro e Revistas
    • Para o voo ou para as conexões – eles são ótimos para passar o tempo.
  • Almofada de pescoço
    • Eu tenho e não viajo mais sem ela
  • Músicas e fone de ouvido
    • Seja no celular, ipad ou computador. Viajar sem música é um saco. EU sempre preparo um setlist para as minhas viagens.
  • Roupas confortáveis e quentinhas
    • Bem, eu sempre viajo beeem confortável. Nada de roupa muito apertada e acessórios grandes.  Tenho uma bota que é dois números maior do que eu uso, viajo com ela já sabendo que meu pé vira um pão de batata e que ela é a única que não me machuca na hora de sair do avião. Sempre levo uma meia grossa (para botar na hora que eu tiro o sapato), um casaco quentinho e o cachecol. São minhas garantias que eu vou viajar bem confortável.
  • Protetor labial, creme, lenços umedecidos, desodorante e enxaguante bucal. 
    • Gente, a pele resseca muito em uma viagem longa. O lábio, nem precisa falar, né? É impotante deixar esses itens em mão (sem esquecer do limite de 100ml).
    • Também gosto de levar lenços umidecidos, desodorante e enxaguante bucal. Eu não curto a sensação de “sujona”. E em uma viagem de 40 horas, é difícil ser princesa.
  • Maquiagem, lacinho de cabelo, óculos
    • Meu corretivo para as minhas olheiras sempre anda comigo, ainda mais nas viagens. Lacinho de cabelo tá sempre no meu pulso e óculos escuro (mais até que o normal para leitura) tá sempre na minha bolsa em alerta.
  • Pasta de Documentos
    • Essa foi bem importante. Deixei por último para explicar melhor. Em outros posts eu mencionei que faria uma pastinha com tudo de mais impotante que eu levaria e principalmente: com os documentos que podem me pedir na entrada do Canadá.
      • Passaporte
      • Carta anexa ao passaporte (emitida junto com o visto)
      • Passagem aérea impressa
      • Comprovante de hospedagem inicial impressa
      • Carta de aceite da Universidade estrangeira
      • Carta de aceite da professora no exterior
      • Carta de anuência da UFSC
      • Carta de anuência da orientadora no Brasil
      • Certidão de casamento (Tradução juramentada)
      • Comprovantes de renda (Tradução juramentada)

 

Bem, com tudo em cima, só falta comer aquela coxinha ou pão de queijo no aeroporto antes do embarque, tomar aquele suco natural (cajúúúúú) e viajar tranquilamente (ou pelo menos tentar ficar sossegada!)

 

 

Planejando Gastos: Móveis e Ikea! (parte 2)

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No útimo post, eu expliquei a disposição das casas norte-americanas e o que seria necessário para mobiliar um apartamento. Hoje eu explico como fazer o planejamento de quanto $$ será gasto.

Talvez você já tenha ouvido falar da IKEA. Se não ouviu e se você gosta de decoração e móveis – se prepare: a sua vida vai mudar! Ikea é tipo uma tokstok, sem os preços abusivos, muito maior e interessante.

A experiência de andar pela Ikea é algo que não dá pra reproduzir via site. É uma coisa muito louca. Aqui, posso separar alguns itens para vocês terem noção dos preços.

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É tudo barato assim? Não. Tem coisa para quem tem bastante grana para gastar e tem coisa para quem tem pouca. Depende das suas necessidades, seus gostos, seu dinheiro.

Como é difícil descrever melhor a Ikea, separei alguns vlogs que mostram a loja por dentro. Para finalizar, eu já sei examente o que vou comprar e quanto vou gastar. Planejamento funciona. Dê uma olhadinha aí nos vídeos!

 

 

 

O que vai na mala para um ano fora do Brasil?

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Bem, vamos pelo começo. Ao sair do país, cada pessoa tem o direito de levar duas malas de 32kls. Agora, o que levar?

Nas séries de desapego falei de como deixar roupas, móveis, livros. Hoje eu falo sobre como escolher o que vai na mala.

Primeiramente, é uma situação muito pessoal. Definir o que é importante o suficiente para levar precisa partir de suas necessidades. Estou aqui para dar umas dicas e falar do meu caso.

Como a gente se desapegou de muita coisa, quatro malas de 32Kls vai ser mais do que o suficiente. Acredito que vamos levar apenas três malas cheias,ou duas cheias e duas pela metade (já que temos 4 malas para usar). Isso nos ajudou na hora de decidir se levaríamos roupa de cama e banho, por exemplo. Como teremos espaço sobrando, claro que vamos levar.

Bem, mas vamos às malas: Faltando 25 dias para a viagem eu fechei a primeira mala. Lá estavam diversos casacos, roupas e sapatos que nem eu nem meu marido usaríamos mais antes da viagem. Foi bem fácil de selecionar, mesmo faltando quatro semanas praticamente.

A segunda mala fechamos faltando 15 dias para a viagem. Como estamos levando bastantes livros, ambas estão pesando entre 30 e 32kls, mesmo não estando completamente cheias (não precisamos abrir o ziper extensor).

Nessa viagem vamos levar dois conjuntos de cama, dois edredons, quatro toalhas de banho e duas de rosto. Por que tanta coisa? Porque eles estão novos – ou praticamente. Todos são de ótima qualidade e a gente não vê necessidade em gastar dinheiro comprando novos se a gente pode levar os nossos daqui.

Fora esses, vamos sim deixar lençóis e toalhas por aqui. Nosso critério de seleção foi o seguinte: as que estão mais usadas, mais desgastadas ou são de pior qualidade, a gente optou por não levar. Mas as que estão em bom estado serão muito úteis e vão para a nossa mala.

Fora isso, não vamos levar muitas coisas de casa para o nosso novo lar. Por exemplo, não vamos levar talheres, pratos, potes, panelas ou qualquer utensílio de cozinha. Acreditamos que nada que temos aqui que vale a pena o deslocamento. Muitas coisas podem quebrar e, para a gente, não vale a pena correr o risco. Várias coisas também estão velhas ou não são de muita qualidade. Essas ficarão com parentes ou vão para a doação.

Levar eletrodomésticos então, sem condições. Aqui em Santa Catarina é tudo 220v, lá é 110v. Provavelmente vamos levar uns quatro panos de prato e só. De resto, vão alguns itens pequeninos de decoração, fotos (sem moldura) e artesanatos da família/amigos.

Para fecha a lista, comprei uma panelinha especial para depilação. Procurei bastante se tinha alguma parecida por lá, mas não achei e escolhi levar uma daqui. Junto com ela eu estou levando cera e papel para depilação. Me sentirei mais confortável tendo essa “ferramenta” em mãos. Novamente, é algo bem particular.

De resto, apenas roupas, sapatos, livros e documentos.

Voltando para a aventura do fechamento da primeira mala, após colocar as toalhas notei que a mala ainda tava folgada. Decidi colocar alguns dos livros que eu vou levar. Esta mala (a nossa maior) chegou aos 30kls. Ainda assim, ficou folgada, nem sequer precisei abrir o ziper para espaço extra. Tá aí, a protagonista número 1:

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Na mala número dois, foi o kit depilação, edredons, resto da roupa de cama, pano de prato, mais alguns sapatos e mais livros.

Na mala três (e quatro, talvez) estou planejando colocar o resto das nossas roupas, os itens de decoração que faltam e os livros restantes. Esta(s) eu ainda não fechei.

Ah! As roupas e sapatos de última hora (aquelas que a gente vai usar antes da viagem) tb vão aqui.