O B A BÁ do doutorado sanduíche

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Não, esse post não é sobre comida!

Por mais que eu pretenda escrever sobre isso mais pra frente…

Pra quem tá chegando há pouco na academia, doutorado sanduíche é um período que você passa fora da sua instituição de estudo, aprofundando a sua pesquisa nas partes que a sua universidade geralmente é mais fraca, ou em que a instituição de fora pode auxiliar o pesquisador.

O doutorado sanduíche dura  até um ano (as exceções de mais do que isso são raríssimas). Muitos doutorandos optam por realizá-lo fora do Brasil. A divisão é feita da seguinte forma – após terminar os seus créditos no Brasil, você qualifica a sua pesquisa e têm carta branca para fazer o sanduíche – algumas universidades até exigem que o aluno faça esse estágio.

Normalmente, os dois primeiros anos do doutorado são dedicados a fechar os créditos de aulas e a qualificação, o que faz com que a maioria dos doutorandos optem por realizar o sanduíche no terceiro ano do doc. No meu caso, por exemplo, eu entrei em 2014.1, terminei meus créditos e qualifiquei em 2015.2 e embarco em agosto de 2016. Nesse primeiro semestre eu faço as correções do meu trabalho da qualificação (já tenho dois dos seis capítulos escritos), realizo o estágio docência e pesquiso, pesquiso, publico, pesquiso, pesquiso, dou aula, pesquiso, publico e por aí vai.

No entanto, o período para realizar o sanduíche é bem aberto. Tenho um colega que entrou um ano depois de mim e vai para os EUA um mês após a minha viagem. Uma observação importante é que algumas agências de bolsa exigem que o doutorando volte no mínimo seis meses antes da defesa.

No próximo post eu falo de como viabilizar financeiramente esse sonho – vou chamá-lo assim porque para mim é um sonho mesmo.

 

 

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